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domingo, 23 de junho de 2013

LUAL DA SUPER LUA DE CRISTAL E SOLSTÍCIO DE INVERNO


Hoje a Lua se encontra no Perigeu Lunar, pois esta o mais próximo possível da Terra devido a sua elíptica, esta 14% maior e 30% mais brilhante do que o normal.


Aproveitando sua irradiação e influencia física e energética faremos o ritual pela paz, pelo amor, pela harmonia e prosperidade.

Irradiaremos esta mesma luz em nossas vidas e planeta, manifestando durante os cantos e ritual nossa conexão com o micro e macro cosmos.


Mergulharemos nossas mentes nesta maravilhosa energia, potencializaremos nosso campo bioeletromagnético e energia amorosa, focando no conhecimento maior para toda a humanidade, abrindo os portais para que possamos todos verdadeiramente experiênciar o amor, a paz e prosperidade nesta nova era.
Já adentramos na era de aquário, muito se espera que aconteça nas semanas e anos vindouros.  Sabemos que nossos pensamentos estão se manifestando com muita rapidez em nossa realidade física, portanto devemos ficar super atentos a todos os nossos pensamentos, estes devem estar conectados com a natureza positiva, harmoniosa e criativa, sendo portadores da luz e refletores deste manancial divino. 
Estamos passando por um momento de grande limpeza e transformação na terra, os velhos paradigmas estão se desarmando e perdendo sua força gradativa e velozmente, todos os sistemas serão reciclados e uma grande onda de despertamento atingira todos aqueles que ainda estão adormecidos em referencia ao verdadeiro propósito de alma.

Estejam conscientes que na noite da super Lua, potencializaremos as nossas energias amorosas que fluirão por todo o planeta. Vamos envia-la a todos os confins da terra, a todos os seres de todos os reinos para que todos juntos façamos o movimento ascendente rumo à liberdade e despertamento, que todos sejam libertos das amarras do medo, da insegurança, de todos os meios impostos para que esqueçamos quem realmente somos e para o que realmente viemos.

Nas energias do Solstício de Inverno e as irradiações desta lua Mágica, irão nos impulsionar nesta jornada de crescimento, trazendo a confiança de que somos filhos da fonte criadora e que dela virá todo o manancial energético e intuitivo para fluirmos dentro dos novos padrões vibracionais de amor, paz e harmonia.


Vânia Vilela





sábado, 3 de novembro de 2012

segunda-feira, 11 de junho de 2012

A última cartada de Einstein

Você tem bastante familiaridade com três estados da matéria: líquido, sólido e gasoso. Você ainda não se acostumou direito com a existência do quarto estado, mas ele já está identificado pela ciência desde a década de 50. É o plasma. Um exemplo? O Sol, que é uma bola de plasma. Pois, pesquisadores norte-americanos encontraram o quinto estado da matéria. Eles conseguiram imobilizar, por bilionésimos de segundo, 2 000 átomos de rubídio. Assim, imóveis, os átomos entraram no quinto estado. Lendo esta reportagem, você vai entender o que é isso. Mas o físico alemão Albert Einstein, morto em 1955, já havia definido esse estado em teoria. Isso em 1925! Das grandes idéias lançadas pelo gênio, era a única que ainda não tinha sido demonstrada. Agora, passados mais de 70 anos, está provado: Einstein estava certo.
 Por Flávio Dieguez

livrodosegredo.blogs.sapo.pt
Até o século XIX, era muito simples. Os estados da matéria eram três: sólido, líquido e gasoso. No século XX, surgiram dois outros. O quarto, chamado de plasma, não causou grande sensação porque era relativamente simples. Lembrava um gás muito quente, no qual o calor havia desmanchado todos os átomos, separando os seus núcleos dos elétrons que os cercam. O resultado era um gás de núcleos e elétrons, em vez de átomos inteiros como nos gases comuns. O Sol e todas as outras estrelas são assim, grandes esferas de plasma.
 
          A descoberta do quinto estado, em contrapartida, foi um anúncio revolucionário. O mundo soube de sua existência num texto publicado por Einstein em 1925. Com esse trabalho, Einstein fechou com chave de ouro uma investigação cujo resultado final tornava iguais a matéria comum, composta por átomos, e a luz, que até a virada do século era apenas um enigma. Em poucas palavras, Einstein disse que, em certas condições, a matéria comum poderia se comportar como a luz.
 
           Essa previsão foi demonstrada em laboratório somente agora — uma proeza de dois físicos americanos, Carl Wieman, da Universidade do Colorado, e Eric Cornell, do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia, também no estado do Colorado. Eles tiveram de criar um frio extremo, uma das situações em que o quinto estado surge. Usando uma minúscula amostra de apenas 2 000 átomos de rubídio, um metal prateado sem uso comercial, bateram todos os recordes de resfriamento. Quase alcançaram o zero absoluto, que corresponde a 273 graus Celsius abaixo de zero. Se a marca fosse atingida, os átomos estariam totalmente parados. Mas, embora seja impossível atingir o zero absoluto, o rubídio chegou muito, muito perto: ficou apenas 150 bilionésimos de grau acima da imobilidade total. Então, foi como se os átomos se desmanchassem, porque deixaram de agir como partículas e adotaram o comportamento de uma onda luminosa.
 
           Não é que aquele conjunto de átomos “vire” luz. É que ele passa a se comportar como se fosse um feixe de luz. Para entender esse fenômeno, é importante mergulhar num dos fascinantes conceitos da Física moderna. Ela define o átomo não apenas como partícula, mas também como onda. Que diabo de onda é essa? É simples. Átomos estão permanentemente em movimento. Sempre. A questão é saber que trajetória ele descreve, a posição exata em que ele se encontra a cada instante, e a que velocidade ele se desloca. Na busca dessas respostas, os físicos perceberam que podiam apontar as velocidades e as posições dos átomos por meio de equações matemáticas usadas para descrever as trajetórias de ondas comuns como a do som.
 
           Essas ondas davam a probabilidade de as partículas, em cada instante, ter uma certa velocidade ou posição.
 
          Em temperaturas normais, ou aquecidas, os átomos se movem desordenadamente, e suas ondas são bem complexas.
 
           Como um corre-corre em praça pública. É o que se vê em todos os outros estados da matéria. Um corre-corre em maior ou menor grau. Mas, com o intenso resfriamento e a conseqüente lentidão dos movimentos, o que se verificou é que aqueles 2 000 átomos de rubídio ficaram cada vez mais comportados. Suas ondas cresceram muito, e aí se juntaram, formando um grande e único vagalhão. Bem de acordo com a teoria de Einstein.
 
          Essa união é que produz o quinto estado da matéria: um concentrado de átomos marcando passo em ordem unida. “É como se fosse um só átomo, um átomo gigante”, disse Eric Cornell à SUPER. “Não há nada parecido em nenhum lugar do Universo conhecido.” Com a sua experiência bem-sucedida, Cornell e Wieman estão abrindo as comportas de tecnologias que hoje nem podemos imaginar.
 
           De que tipo de matéria seria feita a luz? No século passado se imaginava que ela fosse uma onda e ponto. O problema é que ondas não são uma coisa, mas o movimento dessa coisa. Pense nas ondas do mar, que são um movimento da água, ou no som, que é um movimento do ar. A luz, então, teria de ser obrigatoriamente o movimento de uma substância hipotética, imaginada apenas para justificar o conceito de que a luz era uma onda. A essa substância foi dado o nome de éter (para os gregos, o éter designava a “quintessência”, substância que não era água, nem terra, nem ar e nem fogo.)
 
           No começo do século XX, viu-se que a luz existia também no vácuo. Problema de novo: no vácuo não havia nada que uma onda pudesse balançar. É por isso, aliás, que as ondas de som não se propagam no vácuo. O conceito de éter também encalhou porque ninguém conseguia detectá-lo.
 
            Foi então que Einstein entrou em cena. Em 1905 ele mostrou que a luz tinha um caráter ambíguo. Ela agia como uma estranha onda. Mas em outras circunstâncias deixava ver que era feita de algum tipo de átomo, mais tarde chamado de fóton. Vinte anos adiante, Einstein afirmaria também o oposto: que um gás comum pode se comportar como uma onda luminosa quando atinge o quinto estado.
 
           O pontapé inicial para descobrir que a luz é composta de átomos foi dado, sem querer, pelo alemão Max Planck, em 1900.
 
           A questão era a seguinte: se um raio de luz é decomposto em cores, cada cor carrega uma parte da energia original do raio. Exemplo: a 5 000 graus Celsius, a temperatura da superfície do Sol, a maior parte da energia fica com o amarelo. Por isso, ele é amarelo. Planck queria uma fórmula para explicar essa distribuição da energia. Inicialmente, bateu cabeça tratando a luz como uma onda. Não chegou a lugar nenhum. Afinal, resolveu repartir a energia da luz em pequenos pacotes (cada pacote recebeu o nome de quantum), como se fossem minúsculas partículas, e matou a charada. Ou melhor: começou a matá-la.
 
            Planck, é bom deixar claro, não sabia bem o que estava fazendo. A repartição da luz em pacotes (os quanta) foi quase um ato de desespero, como descreveriam depois os alemães Jagdish Mehra e Helmut Rechenberg, historiadores da ciência. Coube a Einstein sugerir a hipótese de que a luz era composta por algum tipo de átomo. Isto é, que ela não tinha uma estrutura contínua como acontece com as ondas comuns — mas tinha uma estrutura composta de partícula.
 
            O trocadilho é irresistível: foi uma idéia luminosa. O fóton, nome dado ao átomo de luz, tem várias propriedades em comum com os átomos de matéria. O que dá para a luz o aspecto de onda (e este é o ponto genial) é o comportamento ondulatório dos fótons. As ondas do mar movimentam os átomos da água. As ondas de som movimentam os átomos do ar. A luz, não: ela não movimenta os átomos dos outros, mas constitui-se das ondulações dos seus próprios átomos. Ou seja: os átomos também se movimentam como ondas. Da noite para o dia, Einstein se afirmou, junto com Planck, como fundador da mecânica quântica, um ramo da Física que se desenvolveu a partir dos quanta.
 
             Daí para a frente, os fótons viraram a coqueluche da pesquisa de ponta. Graças a eles, descobriu-se que os elétrons giram em torno dos átomos, um feito extraordinário do dinamarquês Niels Bohr em 1911. Em 1925, o francês Louis de Broglie empregou-os para deduzir fórmulas mais precisas das ondas de matéria. Einstein, porém, não aceitava os rumos que sua própria invenção estava tomando nas mãos de outros pesquisadores. E se dedicou integralmente a aprimorar sua teoria da relatividade.
 
             A descoberta do quinto estado da matéria não foi exatamente um motivo de alegria para Albert Einstein. Sua reação foi fria. O físico e historiador da ciência americano Abraham Pais, em seu livro Sutil é o senhor, lançado este ano no Brasil, cita uma carta em que Einstein fala do quinto estado: “A teoria é bonita, mas será que contém alguma verdade?” Sua dúvida se referia ao método que havia utilizado, o cálculo das probabilidades.
 
             O que se fazia, já antes de Einstein, era mais ou menos o seguinte: em vez de procurar saber que velocidade tinha um determinado átomo dentro de um gás — um desafio perfeitamente impossível de se vencer —, os pesquisadores lançavam mão das probabilidades para saber qual era a velocidade média do conjunto todo. Ou, no máximo, quantos átomos (aproximadamente) dentro daquele conjunto tinham uma certa velocidade.
 
            Einstein retomou esse método, ampliou-o para outras aplicações e se tornou um mestre incontestável nos anos seguintes.
 
             Mas ele achava que era apenas um recurso útil, na falta de uma teoria precisa e consistente.
 
            O caminho aberto por Einstein no campo das probabilidades possibilitou a criação da mecânica quântica, uma das duas principais vertentes da Física contemporânea. Depois, ela tomou caminhos que sofreram restrições de Einstein, mas ele reconhecia sem discutir que ela funcionava esplendidamente. Mesmo porque muitas idéias contidas nela tinham vindo da sua outra teoria, a da relatividade.
 
            A contribuição mais conhecida da relatividade à mecânica quântica é a equação E = mc2, na qual E representa a energia, m é a massa e c é a velocidade da luz (que aparece ao quadrado na fórmula). Significa o seguinte: se você esquentar um bloco de ferro, ele fica mais pesado, porque a energia do calor se transforma em massa. Com a equação dá para calcular o aumento do peso do ferro: menos de 1 bilionésimo de grama, se a temperatura subir 100 graus. Aqui a diferença é desprezível, mas numa bomba atômica é a massa que vira energia, e o resultado é uma explosão avassaladora.
 
             Da mesma forma que a mecânica quântica, a relatividade também nasceu das pesquisas sobre a luz no século passado.
 
             Só que, nesse caso, o ponto de partida não foi a estrutura atômica da luz e sim a sua velocidade, que é diferente da velocidade de qualquer outra coisa no Universo.
 
              Começando do começo: imagine dois homens atirando uma pedra a 20 quilômetros por hora em um mesmo alvo. Agora imagine que um dos homens está parado e o outro está dentro de um carro (ele atira a pedra no exato momento em que passa pelo homem parado).
 
              Que pedra chega primeiro ao alvo? Claro: a que foi atirada pelo homem de dentro do automóvel, porque a velocidade da pedra se soma à do carro. Se o carro estiver a 80 quilômetros por hora, não é difícil perceber que a pedra correrá para o alvo a 100 quilômetros por hora, vencendo facilmente a corrida.
 
             Agora imagine que, em vez de atirar uma pedra, os homens acendem seus faróis na direção do alvo. Os dois acendem seus faróis no mesmo instante, a distâncias idênticas. E aí vem o paradoxo: a luz do farol em movimento chega lá exatamente ao mesmo tempo que a luz do farol que está parado. Dezenas de experiências, no século passado, confirmaram esse fato, deixando os físicos sem saber o que fazer.
 
              Einstein teve a sabedoria de aceitar esse comportamento singular da luz e investigar as enormes conseqüências que ele teria para a Física. Uma das mais estranhas conclusões a que ele chegou a é a de que o tempo passa mais devagar em um relógio em movimento, comparado a um relógio parado.
 
             Na década passada, o mundo foi surpreendido por uma descoberta sensacional a respeito de um fenômeno conhecido desde o início do século. Em condições de frio extremo, de menos 270 graus Celsius, os metais podem se tornar supercondutores: significa que deixam passar eletricidade sem oferecer nenhuma resistência. A corrente elétrica fica ali para sempre, até ser usada por alguém. Mas, devido à dificuldade de se reduzir a temperatura na medida adequada, a supercondutividade recebeu pouca atenção.
 
             Foi então que em 1986 os cientistas viram a eletricidade correr sem resistência numa pastilha de cerâmica a uma temperatura de menos 250 graus, e agora já é possível construir supercondutores em condições “tórridas”, perto de zero grau. E não é só isso: alguns pesquisadores acreditam que uma coisa está ligada à outra. Isto é, dentro dos supercondutores pode haver átomos dançando em uníssono como aqueles que estão no quinto estado da matéria..
 
             O mesmo se pode dizer da superfluidez, situação em que um líquido sob frio severo começa a fazer coisas esquisitas. Como subir por conta própria pelas paredes do recipiente em que está. Existem mesmo especulações de que o quinto estado, apesar de já não existir no Universo, pode ter tido uma breve existência nos primeiros bilionésimos de segundo do Big Bang (a explosão que teria dado origem ao Universo).
 
             Claro, tudo isso são conjecturas, especulações. Por enquanto, a tarefa número 1 dos físicos é procurar repetir e, se possível, melhorar a experiência dos americanos Eric Cornell e Carl Wieman. Já existem doze equipes em vários países prontas para isso, conta o físico americano Gary Taubes. “E muitos outros devem entrar no páreo rapidamente”.
 
              Há pelo menos uma inovação já em vista: descobrir que cara tem o quinto estado. Tudo depende de como os átomos nessas circunstâncias vão interagir com a luz. As apostas variam bastante. Eles podem se tornar opacos a ponto de dar ao conjunto um tom negro profundo. Ou podem refletir um brilho de prata. O próprio Wieman vai recriar o quinto estado e, antes de ele se desfazer, iluminá-lo com um pulso ultra-rápido de laser, para ver sua cor.
 
             É o começo da corrida para ver no que vai dar a última cartada do gênio alemão. Cada uma de suas cartadas mudou conceitos e até a nossa capacidade de imaginar aonde é que o conhecimento humano pode chegar. Em 1905, ele havia feito apenas a primeira parte da teoria da relatividade, na qual analisava o movimento de átomos e estrelas, e já causou uma reviravolta. Mas deixava de fora um ponto essencial: as forças responsáveis por aqueles movimentos. Em 1916, outra reviravolta: depois de passar muitos anos matutando, achou um meio de investigar a força da gravidade. Justamente a mais importante de todas. Como está presente em toda parte, é ela que governa o movimento e a forma dos planetas, estrelas, galáxias e aglomerados de galáxias.
 
             Por isso, ao incorporar a força gravitacional, a teoria da relatividade deu ao homem o meio de estudar a evolução do Universo a partir do Big Bang. A relatividade também foi capaz de prever a existência de astros totalmente diferentes de todos os outros: buracos negros, tão densos que nem a luz pode escapar à sua imensa força gravitacional (veja o infográfico). A comprovação do quinto estado da matéria começa uma outra reviravolta. Nem um pouco menor do que as outras.
 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

SIGA SEU CORAÇÃO, ELE É MAIS INTELIGENTE DO QUE VOCÊ PENSA!

SIGA SEU CORAÇÃO, ELE É MAIS INTELIGENTE DO QUE VOCÊ PENSA

O coração é também o primeiro órgão formado no útero. O resto vem depois.

Recentemente, neurofisiologistas ficaram surpresos ao descobrirem que o coração é mais um órgão de inteligência, do que (meramente) a estação principal de bombeamento do corpo. Mais da metade do Coração é na verdade composto de neurônios da mesma natureza daqueles que compõem o sistema cerebral. Joseph Chilton Pearce-, autor de A biologia da Transcendência, chama a isto de ”o maior aparato biológico e a sede da nossa maior inteligência.”

O coração também é a fonte do corpo de maior força no campo eletromagnético. Cada célula do coração é única e na qual não apenas pulsa em sintonia com todas as outras células do coração, mas também produz um sinal eletromagnético que se irradia para além da célula. Um EEG que mede as ondas cerebrais mostra que os sinais eletromagnéticos do coração são muito mais fortes do que as ondas cerebrais, de que uma leitura do espectro de freqüência do coração podem ser tomadas a partir de três metros de distância do corpo … sem colocar eletrodos sobre ele!

A freqüência eletromagnética do Coração produz arcos para fora do coração e volta na forma de um campo saliente e arredondado, como anéis de energia. O eixo desse anel do coração se estende desde o assoalho pélvico para o topo do crânio, e todo o campo é holográfico, o que significa que as informações sobre ele podem ser lidas a partir de cada ponto deste campo.

O anel eletromagnético do Coração não é a única fonte que emite este tipo de vibração. Cada átomo emite energia nesta mesma frequencia. A Terra está também no centro de um anel, assim é o sistema solar e até mesmo nossa galáxia … e todos são holográficas. Os cientistas acreditam que há uma boa possibilidade de que haja apenas um anél universal abrangendo um número infinito e interagindo dentro do mesmo espectro. Como os campos eletromagnéticos são anéis holográficos, é mais do que provável que a soma total do nosso Universo esteja presente dentro do espectro de freqüência de um único anél.

Isto significa que cada um de nós está ligado a todo o Universo e como tal, podemos acessar todas as informações dentro dele a qualquer momento. Quando ficamos quietos para acessar o que temos em nossos corações, nós estamos literalmente conectados à fonte ilimitada de Sabedoria do Universo, de uma forma que percebemos como “milagres” entrando em nossas vidas.

Quando desconectamos e nos desligamos da sabedoria inata de amor do Coração, baseado nos pensamentos, o intelecto refletido no ego assume o controle e opera independentemente do Coração, e nós voltamos para uma mentalidade de sobrevivência baseada no medo, ganância, poder e controle. Desta forma, passamos a acreditar que estamos separados, a nossa percepção de vida muda para uma limitação e escassez, e temos que lutar para sobreviver. Este órgão incrível, que muitas vezes ignoramos, negligenciamos e construimos muros ao redor, é onde podemos encontrar a nossa força, nossa fé, nossa coragem e nossa compaixão, permitindo que a nossa maior inteligência emocional guie nossas vidas.

Devemos agora mudar as engrenagens para fora do estado baseado no medo mental que temos sido ensinados a acreditar, e nos movermos para viver centrados no coração. Para que esta transformação ocorra, é preciso aprender a meditar, “entrar em seu coração” e acessar a sabedoria interior do Universo. É a única maneira, é O Caminho. A medida que cada um de nós começa esta revolução tranquila de viver do Coração, vamos começar a ver os reflexos em nossas vidas e em nosso mundo. Esta é a forma como cada um de nós vai criar uma mudança no mundo, criar paz, criar harmonia e equilíbrio, e desta forma, vamos todos criar o Paradigma do Novo Mundo do Céu na Terra.

Rebecca Cherry

RETIRO DE CARNAVAL NAS MONTANHAS DE TERESÓPOLIS – Meditações Ativas, Passivas e Técnicas Terapêuticas Corporais:

http://shakyamuni.net.br/2012/01/13/retiro-de-carnaval-nas-montanhas-de-teresopolis-rj/

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Neutrino ‘mais veloz que a luz’ põe físicos em suspense

"Se for provado que o neutrino viaja acima da velocidade da luz, os teóricos terão que quebrar a cabeça para pacificar essa observação com tudo que já construímos e verificamos estar correto."


A revelação feita por cientistas do CERN de que flagram partículas viajando acima da veolicidade da luz — algo até agora considerado impossível — pôs a comunidade científica em suspense. Entre a cautela e o assombro, muitos físicos apostam em um possível erro do laboratório europeu. Mas, dada a respeitabilidade do centro científico que criou o acelerador de partículas LHC, todos aguardam o seminário que será realizado nesta sexta-feira para discutir as medições e, mais ainda, futuras tentativas de reproduzir o mesmo experimento. A cautela é compreensível: caso a descoberta se confirme, a física como a conhecemos poderá mudar para sempre.

Em entrevista ao site de VEJA, o físico brasileiro Ernesto Kemp disse ser bem possível que esteja errada a velocidade dos neutrinos medida no trajeto de 732 quilômetros entre o CERN, em Genebra, na Suíça, e o detector de partículas OPERA, em Gran Sasso, na Itália. Contudo, o cientista está apreensivo porque conhece o trabalho do OPERA. Kemp trabalha no laboratório ao lado: é colaborador do Large Volume Detector (LVD), um experimento que também mede neutrinos, mas vindos do espaço e não do CERN. "Conheço o trabalho dos pesquisadores do OPERA e eles não teriam publicado um dado assim se não tivessem certeza das medições que fizeram."

De acordo com Kemp, apesar de o LVD não ter recebido o mesmo ajuste fino que o OPERA para analisar o feixe de neutrinos, seu experimento nunca detectou tamanha discrepância. "Pelo contrário, sempre percebemos que os neutrinos viajavam dentro da velocidade da luz, em concordância com a Teoria da Relatividade", disse.

Incerteza - Em entrevista à revista Science, Chang Kee Jung, porta-voz de outro experimento que faz a detecção de neutrinos, chamado T2K, explica que a parte complicada neste tipo de estudo é medir com precisão o tempo entre a criação da partícula e o momento em que ela atinge o detector. A medição depende do Sistema Global de Posicionamento, ou GPS, e a margem de erro pode chegar a dezenas de nanossegundos, diz ele, e não apenas 10, como o grupo do CERN afirma ter conseguido.

Em 2007, Philippe Gouffon, professor do Departamento de Física Experimental do Instituto de Física da USP, também observou neutrinos acima da velocidade da luz em uma pesquisa feita na universidade, publicada noPhysical Review D, periódico da Sociedade Americana de Física. Ele afirma, contudo, que o resultado foi descartado por estar dentro do intervalo de incerteza, comum nesse tipo de experimento. "Vamos rever nossos experimentos", disse ao site de VEJA.

Erro sistemático - De acordo com Gouffon, o experimento do CERN ainda precisa ser confrontado: há uma série de erros possíveis. Assim como apontou Chang Kee Jung naScience, Gouffon também citou a possibilidade de um erro de sincronização no GPS. "E há outro problema: os próprios aparelhos de GPS são feitos baseados na Teoria da Relatividade", diz. "É como tentar medir um erro no instrumento usando o próprio instrumento."

Desvios metodológicos deste tipo acabam influindo em todo o experimento. É o que os cientistas chamam de "erro sistemático", o que explicaria por que 16.000 medições feitas pelos cientistas do CERN podem estar todas erradas. De qualquer forma, adverte Gouffon, é preciso esperar pelo seminário que ocorrerá nesta sexta-feira para confirmar os resultados. "Será chocante se isso estiver correto."

Revoluções - Kemp explica que se os resultados estiverem corretos, a revolução será profunda, mas não irá invalidar as descobertas já feitas a partir da Teoria da Relatividade, pilar da física moderna, em que Albert Einstein postulou que a velocidade da luz não depende de referencial e nada pode ultrapassá-la.

"Einstein não invalidou o mundo todo construído a partir da mecânica clássica", disse Kemp. "Quando propôs a Teoria da Relatividade, ele estava tentando pacificar várias observações físicas que não eram compatíveis teoricamente. Agora, se for provado que o neutrino viaja acima da velocidade da luz, os teóricos terão que quebrar a cabeça para juntar essa observação a tudo que já construímos em uma teoria única." O pesquisador lembra que tudo na ciência é feito com muita cautela e em passos de formiga. Daí a necessidade de replicar diversas vezes o experimento.

Ficção científica - Se confirmada, a descoberta pode dar margem a desdobramentos que hoje só a ficção científica pode vislumbrar. "Quando você postula a existência de partículas que são mais rápidas que a luz, elas teriam acesso a regiões do espaço-tempo antes proibitivas. Aí é domínio da especulação e ficção científica: seria possível voltar no tempo, alimentando equações da mecânica quântica com partículas mais rápidas que a luz com acesso a regiões do espaço-tempo no passado", diz Kemp. "Uma coisa é certa: se for verdade, é uma espécie de revolução. Muita coisa terá que ser revista e tudo isso é muito empolgante."

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Saiba Mais:

O que é um neutrino?
Neutrinos são partículas subatômicas (como o elétron e o próton), sem carga elétrica (como o nêutron), muito pequenas e ainda pouco conhecidas. São gerados em grandes eventos cósmicos, como a explosão de supernovas, em reações nucleares no interior do Sol e também por aceleradores de partículas. Viajam perto da velocidade da luz e conseguem atravessar a matéria praticamente sem interagir com ela. Como não possuem carga, não são afetados pela força eletromagnética. Existem três "sabores" de neutrinos: o neutrino do múon, o neutrino do tau e o do elétron.

Por que um corpo com massa não é capaz de atingir a velocidade da luz?
De acordo com as equações da Teoria da Relatividade, quanto mais um corpo se aproxima da velocidade da luz, mais energia é necessária para que ele continue ganhando velocidade. Essa energia teria que ser infinita — uma quantidade maior, por exemplo, do que a existente no universo — para que esse corpo fosse acelerado até a velocidade da luz.

Einstein errou?
Até hoje, as previsões feitas pela Teoria da Relatividade que puderam ser verificadas na prática foram todas confirmadas. Algumas proposições, como a existência de ondas gravitacionais que teriam sido emitidas durante a criação do universo, nunca foram detectadas, mas existem experimentos em desenvolvimento para tentar descobri-las.


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Você está preparado para conviver com os humanos aprimorados?


Humanos aprimorados versus humanos comuns

Com os avanços da robótica, da nanotecnologia, da biologia e da genética, criando implantes neurais e próteses inteligentes, além de uma série de novos avanços em um campo agora conhecido como biomecatrônica, torna-se cada vez mais urgente discutir aspectos da ética e da bioética envolvidos com a ampliação das capacidades humanas mediante o uso de tecnologias já disponíveis e em desenvolvimento - algo que eventualmente resultará nos assim chamados "humanos aprimorados," ou "humanos melhorados," pessoas dotadas de capacidades físicas e mentais acima das capacidades dos humanos "normais."

Enquanto a convivência entre robôs e humanos já tem sido alvo de atenção dos pesquisadores há alguns anos, a possibilidade de convivência entre seres humanos "normais" e seres humanos "aprimorados" somente agora começa a chamar a atenção de alguns estudiosos.

Iniciando estas discussões, o ObservatoryNano, um projeto de pesquisas bancado pela União Europeia, entrevistou a Dra. Daniela Cerqui, uma antropóloga especializada no estudo de tendências em nanotecnologia, tecnologias convergentes e em outras tecnologias de melhoramento das capacidades biológicas do ser humano que poderão vir a influenciar o significado prático da questão "O que é ser humano."

A entrevista foi feita por Ineke Malsch, outra renomada especialista em avaliação de novas tecnologias, participante do ObservatoryNano, trazer o assunto para discussão não representa qualquer tipo de concordância com as posições adotadas pelas especialistas, mas também de mostrar os contrapontos envolvendo o desenvolvimento atual e futuro da ciência e da tecnologia.

Ineke Malsch: O que significa ser um humano?

Daniela Cerqui: Se eu tivesse pelo menos umas quatro horas, talvez eu pudesse responder essa questão! Como antropóloga, eu posso dizer que há algumas teorias antropológicas que afirmam que um ser humano é algo específico de um ponto de vista paleontológico.

Contudo, parece-me que o ponto de vista social é mais importante do que o ponto de vista paleontológico. Em minha visão, o ponto principal é que os seres humanos são flexíveis, devido ou graças ao nosso cérebro, que nos permite pensar sobre o nosso futuro.

Se eu precisasse dar uma única característica de um ser humano, então seria a de que temos um cérebro desenvolvido, que nos permite fazer projetos sobre o nosso futuro. Nós somos a única espécie que pode fazer projetos. Eu acho que este é o principal critério que define a humanidade.

Ineke Malsch: Os neuroimplantes que estão sendo desenvolvidos por Kenin Warwick poderiam, e como, mudar a autoconsciência humana?

Daniela Cerqui: Isto está mais relacionado com a primeira dimensão que eu mencionei. Com relação ao que é um ser humano, você tem definições antropológicas e paleontológicas, que se supõe serem científicas, mas que não importam aqui.
Cada sociedade tem sua própria definição do que significa ser humano. É aí que a coisa começa a ficar interessante para nós. Em nossa sociedade, nós acreditamos que os humanos são definidos por sua sensibilidade e racionalidade, então lá vamos nós de volta para o cérebro. Mas isto nos leva de volta à definição paleontológica.
Um antropólogo francês, André Leroi-Gourhan, deu a seguinte definição: "Nós temos um relacionamento mediado com o meio ambiente. A primeira mediação é a linguagem e a segunda mediação é a tecnologia. Nossa natureza como seres humanos deve-se ao fato de podermos ser sensíveis e racionais graças a essas mediações. Nós podemos voltar atrás graças a essas mediações."
Voltemos ao que Kevin Warwick está tentando fazer. Esse tipo de relacionamento direto com nosso meio ambiente físico e com outras pessoas, com a ideia de comunicação cérebro a cérebro, está tentando anular essa mediação. Isso poderá se voltar contra a humanidade porque nós não teríamos essa capacidade de voltar atrás - nossa autoconsciência poderia estar sendo modificada.

Ineke Malsch: Você vê outras tendências na nanotecnologia ou em suas aplicações que já são ou poderiam ser usadas para o aprimoramento humano ou em outras aplicações polêmicas? Quais seriam essas tendências e quais seriam seus aspectos problemáticos?

Daniela Cerqui: Quando você fala sobre tecnologias convergentes há alguma coisa errada. Nós estamos falando como se essas tecnologias permanecessem as mesmas, mas não é assim. Se nós pensamos sobre Tecnologias da Informação, Biotecnologia e Ciências da Cognição, nós estamos falando sobre tecnologias definidas pelo objeto sobre o qual elas trabalham.

Quando nós pensamos em Nanotecnologia, nós pensamos sobre a escala na qual a tecnologia está trabalhando. Nós podemos aplicar nanotecnologia para qualquer outra tecnologia.

Em meu ponto de vista, é desnecessário falar sobre tendências em nanotecnologia. Nós podemos falar sobre todos os campos, implantes, próteses, genética, medicamentos, cirurgias, todos os campos envolvidos no aprimoramento humano, e pensar sobre como eles podem ser melhor aplicados com o uso da nanotecnologia.

Quando eles funcionam em nanoescala é mais fácil porque não há diferença entre elementos vivos e não-vivos em nanoescala. Todos os campos do aprimoramento humano podem avançar graças à nanotecnologia. Todos os aspectos problemáticos de todos os campos podem se ampliar graças à nanotecnologia.
Ineke Malsch: Sobre o que essencialmente é o debate sobre aprimoramento humano hoje? Quais são as questões e quais são os interesses em jogo? Quem está envolvido ou deveria estar envolvido?

Daniela Cerqui: A resposta está na questão. Quando nós falamos sobre "aprimoramento humano," há um "humano" no aprimoramento. O debate atual está focado em o que o aprimoramento humano pode trazer ou não em termos de riscos e benefícios para os seres humanos.
Em meu ponto de visto, nós deveríamos voltar e pensar qual é, em essência, a noção de "humano" que está em jogo. Normalmente isto não é levado em conta. Na Suíça há um centro da avaliação de tecnologias que publicou um edital chamando propostas de pesquisas sobre Aprimoramento Humano. O que eles querem que seja estudado são os riscos e benefícios em termos dos humanos.
Se nós não nos distanciarmos da questão e tomarmos consciência de que o objetivo final é alguma outra coisa que não a humanidade, então nós estamos muito próximos do problema para olharmos para ele da maneira correta. A questão que está realmente em jogo não são apenas os benefícios e os riscos para os humanos agora, mas que amanhã e no dia depois de amanhã, nós continuaremos humanos.
Há dois níveis a considerar. O primeiro é o nível individual. Mas o importante é o nível social. A questão é o tipo de direitos sociais que nós teremos amanhã quando houver humanos aprimorados. Em termos de emprego, aposentadoria e estrutura social em geral. Nós devemos pensar sobre qual é a melhor sociedade para que os humanos aprimorados vivam. Eu não estou certa de que estejamos fazendo isto. Nós estamos dando um passo muito inicial, por exemplo, no projeto de humanos aprimorados da Suíça que eu mencionei. É uma questão inteiramente social considerar que continuará havendo humanos nessa sociedade. É importante pensar sobre essa sociedade.

Mas, em meu ponto de vista, nós devemos também envolver mais filósofos e antropólogos. Nós devemos pensar a longo prazo. Parece que as questões discutidas agora são apenas as questões de curto prazo.

Ineke Malsch: Mas há um monte de gente pensando nas questões de longo prazo, como os transumanistas.

Daniela Cerqui: Sim, mas pessoas como os transumanistas estão envolvidas no processo. Normalmente, quando você fala com pessoas com uma posição política, eles dizem que isto não é importante, que há apenas alguns poucos transumanistas.
Essas pessoas deveriam ser levadas muito mais a sério e nós não estamos fazendo isto. É por isto que eu estou falando sobre filósofos e antropólogos. No meio você tem pessoas que estão envolvidas em decisões empíricas e práticas. Eu posso entendê-los perfeitamente. Eles precisam ter habilidades muito práticas. Eles estão interessados na sociedade que teremos amanhã. Quando eu converso com os políticos sobre o transumanismo, eles dizem: "Os transumanistas não são pessoas sérias, por isso não precisamos dar ouvidos a elas." Ou então dizem: "Eles podem estar certos, mas isto só no longo prazo e não estamos tão interessados em questões de tão longo prazo."
Em minha visão, a fim de entender as questões de curto prazo nós temos que tentar entender as questões de longo prazo. Mais tarde nós podemos retornar às questões de curto prazo. É por isto que nós precisamos de antropólogos e filósofos capazes de pensar sobre os cenários que poderão acontecer no futuro, sem dizer o que os transumanistas dizem: "É um futuro brilhante." Mas pessoas que possam dizer: "Se mantivermos o curso atual, aqui está onde iremos chegar." Com isto, poderemos tomar a decisão correta agora, dizendo se queremos ou não continuar na direção em que estamos.

Ineke Malsch: Então você quer pessoas que não estejam envolvidas na criação do Aprimoramento Humano para pensar sobre ele?

Daniela Cerqui: Se você falar com alguém como Kevin Warwick, ele lhe dirá: "Sim, nós nos aprimoraremos, nós seremos uma outra espécie e isso significará um futuro brilhante para todos."

Ele pode estar certo, mas também pode estar errado. Nós precisamos de alguém para dizer: esse cenário é plausível, mas há também outros cenários mais catastróficos que também são plausíveis. Se nós queremos tomar a direção correta, nós teremos que tomar a decisão correta agora.

Como é muito fácil quando você tem transumanistas dizendo que o futuro será brilhante, nós estamos muito felizes em ficar acomodados. É mais fácil para os transumanistas do que para as pessoas que têm uma visão mais crítica, como eu.

Para resumir: o debate atual está focado demais nos humanos. Nós devíamos pensar também nos pós-humanos que podem aparecer.

Ineke Malsch: Há um limite na aplicação dessas tecnologias que, para você, não deveria ser cruzado? Qual seria esse limite e com quais argumentos você gostaria de convencer Kevin Warwick ou outros que querem avançar nessa direção de que você está certa?

Daniela Cerqui: Eu acredito que é muito pessoal. Eu acho que não há um limite formal. Novamente, se nós falarmos ao nível social, há claramente um limite além do qual nós teremos pessoas que serão aprimoradas e pessoas que não serão. As diferenças sociais atuais serão ainda maiores.

É muito difícil dizer exatamente onde está a fronteira. É menos uma questão de limites claros e formais do que uma questão de graus. Parece-me que nós já estamos em uma sociedade... você vê no sistema de saúde. Nós temos os que têm e os que não têm acesso à saúde. Pelo menos em termos de países europeus, nós tínhamos sistemas nacionais de saúde muito bons. Repentinamente eles estão se tornando uma catástrofe. Tudo está ficando mais caro, tenha você dinheiro ou não.

É óbvio que, com os humanos aprimorados, as coisas irão piorar. Nós podemos até mesmo dizer que o limite já foi ultrapassado se levarmos em consideração o nível social. É uma questão de grau e nós estamos simplesmente avançando em uma situação na qual nós já estamos envolvidos.

Nós também podemos considerar o nível humano. Deixe-me voltar ao transumanismo. Se você é um transumanista você está muito feliz com a ideia de um limite e quer que ele seja ultrapassado o quanto antes. Pode haver um limite, mas eu não estou certa. Como eu disse, os seres humanos são flexíveis.

Minha questão é outra: Até que ponto somos flexíveis? Seremos tão flexíveis a ponto de melhorarmos a nós mesmos e continuarmos humanos? Eu não estou certa. Meu medo é que um dia nos demos conta de que cruzamos a fronteira e que já é tarde demais. Eu sou incapaz de dizer se há um limite e onde ele está. É necessário estar atento ao fato de que pode haver um limite e que nós não sabemos exatamente onde ele está.

Ineke Malsch: Você acha que há aprimoramentos que deveriam ser permitidos ou que seriam desejáveis? Quais seriam? Com quais argumentos você tentaria convencer pessoas que se oponham a qualquer aprimoramento?

Daniela Cerqui: Se considerarmos o nível individual, nós estamos em uma sociedade na qual todos os aprimoramentos são desejáveis. Há dois ou três séculos, nós podemos ver muito bem que queremos melhorar a nós mesmos. Agora nós temos a capacidade tecnológica que nos permite fazê-lo, mas eu acho que a ideia é muito mais antiga. Eu não sei se poderia dizer que isto é natural aos humanos. Voltando a André Leroi-Gourhan, nós poderíamos até mesmo dizer que os seres humanos sempre usaram a tecnologia para melhorar eles próprios. Nós podemos dizer que todos os aprimoramentos são desejáveis de um ponto de vista individual.

Voltando ao nível social, a coisa é muito diferente. Se você pensar sobre uma pessoa sendo aprimorada, pode ser muito legal se você for essa pessoa. Mas você tem de se preocupar o que significa para a sociedade se todos forem aprimorados. Isso significa que você precisará de mais emprego e mais aposentadorias. Nós não estamos trabalhando para construir uma sociedade na qual os humanos aprimorados possam viver. Esses são meus argumentos.

Ineke Malsch: Você acredita que há necessidade de alguma regulamentação em particular, ou medidas voluntárias, para dirigir o desenvolvimento responsável das nanotecnologias e das tecnologias relacionadas? Em que nível essas medidas deveriam ser tomadas, nacional, global?

Daniela Cerqui: Eu não tenho uma resposta clara porque eu não sei onde está o limite. Até que saibamos, é muito difícil regulamentar.

O primeiro passo é trabalhar no nível nacional, mas também devemos trabalhar no nível europeu e global. Se não trabalharmos em todos os níveis, as pessoas continuarão não tendo consciência do problema.
Eu comecei a trabalhar com o aprimoramento humano há 15 anos. Eu me lembro muito bem quando eu estava em Bruxelas com a Comissão Europeia e afirmei isso; eles me olharam muito estranhamente e perguntaram? "Então você está trabalhando com ficção científica?"

Eu disse: "Não, eu não estou trabalhando com ficção científica. Eu estou trabalhando com o que está acontecendo agora nos laboratórios. Talvez nós não estejamos falando muito a esse respeito, mas há um movimento, isto está sendo feito agora." As pessoas não acreditaram.

Agora nós estamos começando a falar sobre isso. A chamada suíça é um exemplo. Repentinamente, parece que finalmente o assunto está sendo levado a sério. Mas eu temo que estejamos começando um pouco tarde.
É o mesmo debate sobre o meio ambiente. Agora as pessoas estão preocupadas com o meio ambiente, mas os cientistas estão alertando sobre os problemas ambientais há 50 anos. Ninguém ouvia. Agora os cidadãos estão se dando conta de que as coisas estão ficando caras para eles, então começamos a pensar nisso como sendo um problema.
Em geral, é um problema com grandes riscos para a humanidade. Nós não nos envolvemos em um movimento enquanto não nos dermos conta de que há um problema lá. Talvez seja muito tarde quando houver um problema. Talvez isto esteja começando a acontecer com o aprimoramento humano. Nós devemos agir em todos os níveis, porque ter consciência do que está acontecendo é a melhor forma de prevenir os efeitos indesejáveis.

Ineke Malsch: Como você vê o seu próprio papel nos desenvolvimentos e nas discussões?

Daniela Cerqui: Isto tem a ver com o que eu disse. Eu acredito que é minha tarefa ajudar as pessoas a se tornarem conscientes do que está acontecendo. Se você pensar sobre o homem ou a mulher na rua, aquele que lê os jornais, eles não têm uma ideia clara do que está acontecendo.

Se você for ao médico e ouvir: "Agora é possível fazer isto, você quer fazer?" todos verão unicamente seu caso individual. É meu papel parar e colocar todos os casos juntos, e avaliar que tipo de sociedade e que tipo de humanidade nós estamos construindo.

Ineke Malsch: Então é uma pesquisa antropológica e uma participação no debate público?

Daniela Cerqui: Sim, eu acredito que não há o bastante das duas coisas. Algumas vezes eu sou convidada para fazer apresentações em escolas de tecnologia. Eu acredito que o debate público não se desenvolveu o suficiente e que os antropólogos e filósofos deveriam se envolver muito mais. Já está melhor do que há 10 anos.

Ineke Malsch: Qual você acredita que seja o grande gargalo nessa falta de envolvimento? Não há financiamento suficiente para pesquisas antropológicas e filosóficas sobre essas questões?

Daniela Cerqui: Não, não é uma questão de financiamento. É uma questão de cultura. As pessoas que estão envolvidas com a tecnologia normalmente não veem claramente o que é a antropologia. Mesmo que vejam, não percebem o que ela pode trazer para a reflexão.

Há uma ideia de que a tecnologia seja, como a ciência, algo neutro. Se você está convencido de que a tecnologia é neutra, você não enxerga o que um antropólogo pode acrescentar à discussão. Se você sabe que um antropólogo estuda valores culturais, e acredita que a tecnologia é neutra, você não entende os valores culturais por trás dela.

Se nós quisermos que os antropólogos sejam convidados para as discussões, nós primeiro temos que fazer as pessoas entenderem o que a antropologia pode acrescentar. É uma espécie de problema sem fim.

Não é uma questão de financiamento, mas de entendimento do que a reflexão pode trazer. Eu acredito que isto seja normal, porque se você estudar qualquer tecnologia, você ouvirá que a tecnologia é neutra. Você ouvirá que o que está sendo feito é bom se for usado para objetivos bons; e poderá ser ruim, mas somente se for-lhe dado um uso ruim. Quando isto lhe foi dito durante todos os seus anos de escola e, de repente, alguém começa a lhe dizer que há valores culturais envolvidos, não é fácil assimilar.

Ineke Malsch: Então diz respeito mais à educação dos cientistas naturais?

Daniela Cerqui: Exatamente. Eu acredito que uma solução seria introduzir mais cursos de antropologia no currículo das pessoas que estudam tecnologia. Deveríamos começar nas universidades.

Fonte Inovação Tecnológica

Demonstrada comunicação cérebro a cérebro usando o pensamento



Interface cérebro-cérebro

Cientistas da Universidade de Southampton, no Reino Unido, demonstraram que é possível a comunicação entre duas pessoas utilizando apenas os impulsos cerebrais, sem nenhum outro tipo de interação.

As interfa cérebro-computador já não são nenhuma novidade, sendo utilizadas para o controle de computadores, robôs, sistemas de realidade virtual e até de cadeiras de rodas.

Mas o que a equipe do professor Christopher James desenvolveu agora é uma interface cérebro-cérebro, ainda que a conexão seja mediada por computadores.
"Enquanto a interface cérebro-computador não seja mais uma novidade e a comunicação pessoa a pessoa pela atuação única do sistema nervoso já tenha sido demonstrada antes, aqui nós mostramos, pela primeira vez, uma interface verdadeira de um cérebro a outro," afirma o Dr. James.

Cientistas demonstram que é possível a comunicação entre duas pessoas utilizando apenas os impulsos, cerebrais sem nenhum outro tipo de interação. (Imagem: Christopher James)

Comunicação cérebro a cérebro

No experimento, uma pessoa utiliza uma interface cérebro-computador tradicional, na qual eletrodos colados sobre seu crânio capturam os sinais cerebrais e os traduzem em dígitos na tela do computador.

A seguir, o programa envia os sinais captados para um outro computador, via Internet. Este computador recebe os sinais e os transforma em pulsos elétricos que fazem piscar um pequeno conjunto de LEDs. Essas piscadelas são captadas pelo equipamento ligado ao cérebro do segundo participante, que decifra a mensagem.


Embaixo, à direita, pode-se ver a pequena lanterna de LEDs que pisca para transmitir os sinais para o receptor da mensagem. (Imagem: Christopher James)

Eletroencefalograma

A demonstração consistiu na transmissão de quatro algarismos - 1011. Um aparelho de eletroencefalograma ligado ao usuário transmissor captura os dígitos conforme ele pensa em mover seu braço - pensar em mover o braço esquerdo gera um dígito 0, enquanto pensar em mover o braço direito gera um dígito 1.

Não há movimento efetivo, apenas a intenção é suficiente para gerar os sinais no aparelho de eletroencefalograma. Esses sinais são enviados ao computador, que os decodifica e os transmite automaticamente para o segundo computador.

O computador receptor recebe os dígitos e faz o conjunto de LEDs piscarem. As piscadelas são sutis demais para que possam ser detectadas e interpretadas conscientemente pelos olhos do usuário receptor. Mas são fortes o bastante para interferirem com os eletrodos que estão monitorando seu córtex visual. Detectando as alterações no cérebro do usuário receptor por meio desses eletrodos, o programa de seu computador interpreta os sinais recebidos e os imprime na tela.

Transmissão de pensamento

A demonstração teria sido um pouco mais didática se fossem usados dois computadores no lado do usuário receptor - um para receber os sinais pela Internet e fazer os LEDs piscarem, e outro para interpretar os sinais dos eletrodos e mostrar a informação decodificada.

Mas o princípio de funcionamento é o mesmo, e as duas tarefas são feitas por programas diferentes rodando no mesmo computador. Embora demonstre de fato uma comunicação cérebro a cérebro verdadeira, é importante salientar que não se trata, pelo menos não ainda, da transmissão de pensamentos, mas da utilização da interpretação dos sentidos atuando no cérebro - o pensar no movimento do braço, no caso do transmissor, e a sensação visual gerada no receptor.

"Nós ainda temos que compreender todas as implicações de tudo isto, mas há vários cenários nos quais a comunicação cérebro a cérebro poderá ser benéfica, como ajudar as pessoas com sérias deficiências motoras a se comunicarem. E há também a possibilidade de usar a tecnologia para jogos," diz o Dr. James.

Fonte: Inovação Tecnológica

Cientistas descobrem geometria da música

A figura mostra como a teoria geométrica da música
representa acordes de quatro notas - as coleções de notas formam um tetraedro,
com as cores indicando o espaço entre as notas individuais em uma seqüência.
(Imagem: Dmitri Tymoczko)

A conexão entre música e matemática tem fascinado os estudiosos por séculos. Mais de 2000 anos atrás, Pitágoras descobriu que os agradáveis intervalos musicais podem ser descritos utilizando proporções simples.

E a chamada musica universalis, ou música das esferas, emergiu na Idade Média por meio da idéia filosófica de que as proporções nos movimentos dos corpos celestiais - o Sol, a Lua e os planetas - poderiam ser visualizadas na forma de música, inaudível, mas perfeitamente harmoniosa.

Teoria geométrica da música

Agora, três professores de música - Clifton Callender da Universidade Estadual da Flórida, Ian Quinn da Universidade Yale e Dmitri Tymoczko da Universidade de Princeton - descobriram uma nova forma de analisar e categorizar a música que aproveita a profunda e complexa matemática que eles descobriram imersa na sua estrutura mais interna.

Em um artigo publicado na revista Science, o trio descreveu um método chamado "teoria geométrica da música," que traduz a linguagem da teoria musical na linguagem da geometria contemporânea. Eles pegaram seqüências de notas, acordes, ritmos e escalas e os categorizaram, agrupando-os em "famílias."

Espaços geométricos complexos

Eles descobriram uma forma de associar uma estrutura matemática a essas famílias, o que permite representá-las por meio de pontos em espaços geométricos complexos, da mesma forma que as coordenadas "x" e "y", no sistema muito mais simples da álgebra ginasial, correspondem a pontos em um plano bidimensional.

Diferentes tipos de categorizações produzem diferentes espaços geométricos, e refletem as diferentes formas pelas quais os músicos têm entendido a música ao longo dos séculos. Eles esperam que sua descoberta permita aos pesquisadores analisar e entender a música de forma muito mais profunda e satisfatória.

Novos instrumentos musicais

O método, segundo seus autores, lhes permite analisar e comparar vários tipos de músicas ocidentais (e eventualmente algumas não-ocidentais). O método foca-se no estilo ocidental de música porque conceitos como "acorde" não são universais em todos os estilos. Ele também incorpora vários esquemas anteriores utilizados por teóricos musicais para representar a música em formato matemático.

"Você pode criar novos tipos de instrumentos musicais ou novos tipos de brinquedos," diz o professor Tymoczko. "Você pode criar novos tipos de ferramentas de visualização - imagine ir a um concerto de música clássica onde a música está sendo traduzida visualmente. Nós podemos mudar a forma como educamos os músicos. Dispor de um poderoso conjunto de ferramentas para conceitualizar a música lhe permitirá todos os tipos de coisas que não eram possíveis antes."
Fonte: Revista Science

Visão através da pele: esoterismo ou revolução na captura de imagens?


O Prof. Leonid Yaroslavsky, da Universidade de Tel Aviv, Israel, acredita que os humanos têm uma capacidade para "ver" cores e formas por meio da pele. E que essa capacidade inata pode ser explorada para criar novos tipos de câmeras e telescópios espaciais e terrestres com capacidade muito além do que a tecnologia atual permite.

Imagens não-ópticas

Esse modelo de imageamento não-óptico foi apresentado na forma de um capítulo de um novo livro - Avanços em Óptica da Informação e Fotônica - e poderá levar a uma nova tecnologia de imagens não-ópticas que supera as câmeras atuais baseadas em lentes.

Seu modelo também pode explicar como esse controverso instinto primordial - a capacidade de percepção visual através da pele - que é observável em algumas plantas e animais, pode ter evoluído ao longo de milhões de anos.

Visão extra-ocular para cegos

"Algumas pessoas têm argumentado que possuem uma capacidade para ver com sua pele," diz o Prof. Yaroslavsky. Embora os biólogos normalmente neguem essa possibilidade, há provavelmente uma explicação científica razoável para a "visão da pele." Uma vez compreendida, acredita ele, a visão da pele poderá levar a novas terapias para ajudar as pessoas cegas a recuperar a visão e até mesmo a ler.

A visão pela pele não é incomum na natureza. As plantas orientam a si mesmas para a luz, e alguns animais - como serpentes que utilizam a visão infravermelha, e répteis, que possuem sensores na pele - podem "ver" sem o uso dos olhos.

A visão pela pele em humanos é provavelmente uma capacidade natural inata envolvendo células sensíveis à luz em nossa pele conectadas com os neuromecanismos no corpo e no cérebro, explica o Prof. Yaroslavsky.

Sensores de radiação e motores de naves espaciais

Engenheiro e cientista, o Prof. Yaroslavsky trabalha no desenvolvimento de equipamentos mais avançados de captura de imagens, nos quais a óptica é substituída por computadores.

Ele está atualmente desenvolvendo teorias de simulação de captura de imagens utilizando programas de computador, teorias estas que poderão no futuro levar a equipamentos com aplicações práticas. Esses equipamentos, afirma ele, poderão ter significativas vantagens sobre as câmeras convencionais à base de lentes.

As aplicações poderão incluir sensores especiais para detectar a radiação, novos dispositivos de visão noturna e novos mecanismos de captura de imagens em telescópios, que devem observar os céus em comprimentos de onda muito além daqueles que os olhos humanos conseguem enxergar.

Câmeras biônicas para telescópios espaciais

As lentes das câmeras tradicionais funcionam somente em uma faixa limitada da radiação eletromagnética. Elas são muito caras e limitadas pelo seu peso e campo de visão.
Sem necessitar de lentes, dispositivos de captura de imagens sem óptica poderão ser adaptados para qualquer tipo de radiação eletromagnética, de qualquer comprimento de onda, diz o pesquisador.

Hoje, diversos tipos de sensores já são utilizados em telescópios espaciais para capturar faixas do espectro eletromagnético que nossos olhos não conseguem enxergar. As câmeras baseadas no princípio da captura de imagens sem óptica fariam isso naturalmente e de forma mais eficiente do que esses sensores.

Visão "biônica"

Essas câmeras sem lentes poderão essencialmente funcionar com um ângulo de visão "biônico" de 360 graus e sua capacidade de captura de imagens será determinada pela capacidade do computador, em vez de o ser pelas leis da difração da luz. Isso significa equipamentos muito menores, mais leves e mais fáceis de se fabricar.

Antes que as aplicações práticas possam ser desenvolvidas, no entanto, o Prof. Yaroslavsky espera convencer os biólogos a darem um crédito de fé e mergulharem fundo nos mecanismos da visão sem óptica. Essas pesquisas poderão levar a pesquisa na área de captura de imagens a um novo patamar, acredita ele.

Fonte: Inovação Tecnologica.
 

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